Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Friedrich Nietzsche
PeNsE DiReiTo na vida, nas músicas, nos poemas, tente se descobrir e pensar! PeNsE DiReiTo no amor, nas leis, nas escolhas, nas atribulações, na paz, na guerra, PeNsE DiReiTo.. Viver e superar todos os limites!
Vida
"Nossa capacidade de amar é limitada, e o amor infinito; este é o drama. Carlos Drummond de Andrade"
segunda-feira, 20 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
"Sejamos"
sábado, 2 de abril de 2011
"Ainda Bem"
Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras coisas.
(Caio Fernando Abreu)
sexta-feira, 11 de março de 2011
"REALIDADE"
Acabei de assistir o jornal da Globo e como sempre gargalhei. A primeira manchete relatava a morte (outra) fria e cruel de um Universitário, cidadão, estudante, trabalhador, filho, amigo de muitos, amado por todos que o conhecia. O Estudante foi assassinado com um tiro na cabeça a sangue frio quando chegava em casa após mais um dia duro de trabalho. Não houve críticas no relato da reportagem, apenas foi mostrado o que havia acontecido e também foi lembrado que este é o terceiro caso semelhante em menos de uma semana. Apenas foi relatado que nós, trabalhadores, estamos morrendo como formigas, estamos sendo dizimados por marginais que se armam e tomam conta das ruas. Somos orientados à não reagir em casos de assaltos, e assim nos comportamos, mas os últimos casos mostram que de nada adianta abaixar a cabeça, pois eles atirarão da mesma forma e tirarão vidas inocentes. Mas isso não foi o fato que me fez gargalhar, não, isso me faz irar por dentro, cresce no peito um sentimento de justiça, de paz e isso faz chorar. O que me fez sorrir foi que, após relatar o ocorrido, o jornalista anuncia a próxima reportagem com um tom de revolta e diz que câmeras de um repórter amador flagraram abusos policias na favela da Cidade de Deus, onde alguns policias deram tiros para cima e ameaçaram alguns moradores, chegando até mesmo a quebrar a máquina fotográfica do “grande repórter” que se encontrava no local da ocorrência, à trabalho. Então o jornalista relata que a polícia chegou ao local na madrugada de quarta feira solicitando que a festa de carnaval que estava ocorrendo na comunidade fosse encerrada devido a uma briga que havia acontecido, após a solicitação a polícia entrou em confronto com moradores que se recusavam a sair do local e atiraram garrafas de vidro nos agentes públicos que tiveram que usar gás de pimenta e dar três tiros para cima para conter os “inocentes moradores”. Sabe o que revolta? O que me revolta é o fato de que a Polícia brasileira não pode se quer dar um tiro que é chamada de corrupta e abusiva, mas os marginais estão à solta e matam dezenas de brasileiros inocentes todos os dias, toda a hora. O que me revolta é que a maldita imprensa anuncia com toda a tranquilidade do mundo a morte de um Universitário, mas quando o assunto é a Polícia brasileira, aí os jornais se enchem de revolta e fazem tudo ao seu alcance para que os superiores tirem das ruas os únicos responsáveis por nossa segurança, os únicos com coragem de enfrentar aqueles que nos tiram o sono e nos roubam a paz. Esses chamados de corruptos e abusivos são os únicos que enquanto dormimos, estão nas ruas, nas favelas, nos bares, deixam seus familiares para enfrentar os verdadeiros criminosos. A imprensa sim é nojenta e corrupta, molda matérias de acordo com os seus ideais e só anuncia com clareza o que lhes convêm. Persegue a classe trabalhadora e nos faz acreditar em mentiras.
"O jornalismo é popular, mas é popular principalmente como ficção. A vida é um mundo, e a vida vista nos jornais é outro." (Gilbert Keith Chesterton)
Parabéns a Polícia brasileira, pelo trabalho árduo e bravo que tem desempenhado, mesmo sem o apoio e os recursos necessários! Fica uma pergunta: - Você já Imaginou como seria a sociedade sem a Polícia?
sábado, 5 de março de 2011
"CRESCER?"
Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito. É muito difícil ficar adulto. "
Caio Fernando Abreu"
Caio Fernando Abreu"
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
DOR x FORÇA
Ontem, assistindo ao noticiário, fiquei completamente abismado com o sofrimento das famílias do Rio de Janeiro após essa catástrofe da natureza que tirou vidas, e desabrigou centenas de pessoas. Não pude conter o choro ao ouvir as entrevistas, as histórias, as superações e os milagres que vem acontecendo nos municípios de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, regiões serranas do Rio de Janeiro.
Não pude conter o choro ao ver que a sociedade grita com a dor daqueles que perderam bens irreparáveis. Choros e desesperos planam sob a cabeça das famílias que perderam amados entes. São filhos que perderam os pais, pais que perderam os filhos, famílias destruídas pela força da natureza. O Brasil está dando uma linda aula de solidariedade e compaixão ao próximo, são milhares de pessoas Unidades em uma única causa que é reerguer o que as águas derrubaram. Há coisas que jamais serão reerguidas, dores que jamais sairão do peito, cicatrizes de um desastre que assolou a todos.
Mas o Brasileiro é forte e guerreiro, vê sempre uma luz ao fundo e no peito grita um coração disposto a continuar batendo, mesmo que a dor o atinja constantemente. Impressionante a atuação do corpo de bombeiros e das demais pessoas que trabalham sem parar, na esperança de ainda encontrarem vida entre os escombros. Pessoas de todo o país que deixaram o conforto e a segurança de suas casas para lutar bravamente, suar, sentir frio, fome, dor, por pessoas que talvez nunca viram.
Meu Bom Deus, hoje, sentindo a dor e o desespero daquelas pessoas, te peço que esteja sob aquele lugar, te peço que dê conforto a todas aquelas pessoas que perderam o que de mais precioso tinham, e continue dando-lhes força para continuar lutando.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
“Lei das Palmadinhas”
Quanto mais converso com as pessoas e vivencio a vida familiar, mais me convenço de que a “Lei das Palmadinhas” é uma grande perda de tempo do Legislador Brasileiro.
O texto da lei defende “o direito das crianças e dos adolescentes de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante”. Até aí estamos todos de acordo. Mas constantemente me pergunto como a referida Lei será aplicada no âmbito familiar, quais serão os mecanismos de fiscalização e quais serão os seus efeitos no seio da família Brasileira. Em outra ocasião eu postei comentários sobre a referida Lei, e mais uma vez toco no assunto por que vejo muitas dúvidas pairarem sobre a sociedade a cerca das inúmeras Leis que entraram em vigor no ano de 2010.
O projeto, que ficou conhecido como “lei da palmada”, propõe alterar o artigo 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nele, fica proibido o uso de castigos corporais de qualquer tipo na educação dos filhos. O castigo corporal é definido como “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso de força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”. Após diversas reflexões sobre a mais nova “proibição” em meio a tantas que já temos no Brasil, não vi sequer um embasamento que fundamente a entrada em vigor desse novo diapasão.
Parece-me muito perigoso tachar de criminosos pais que dão palmadas. Por vários motivos. O primeiro deles é a injustiça da afirmação. Crime é algo muito sério, e algo com que o Estado e todos nós precisamos nos preocupar porque rompe e ameaça o tecido social, portanto a sobrevivência de todos. Não pode e não deve ser banalizado. Chamar de criminoso um pai ou uma mãe que dá uma palmada na criança na tentativa de educar é, além de um equívoco, um flagrante abuso.
A Lei deve ter o objetivo de proteger, cuidar da sociedade, e não entrar em nossas casas e nos tomar a liberdade de expressão, ensinamento, cuidado, amor, e arbítrio. Em plena conjuntura, é quase impossível banalizarmos as famosas palmadinhas, (que não são santas, mas operam milagres), e que tantas vezes levei e aprendi a diferença entre o certo e o errado.
Disciplina é preciso, e a família é a primeira e mais importante instituição social. É nela que aprendemos os primeiros conceitos de vida, trabalho, honestidade e solidariedade.
Ao contrário do que dizem os entusiastas ingênuos que acham que esta lei servirá apenas para conter abusos contra as crianças, a verdade é que o artigo 18a do PL 2654/03, torna qualquer criança absolutamente intocável, igualando legalmente uma sacudidela, um tapinha ou um puxão de orelha a um espancamento.
Se uma criança se jogar no chão do supermercado exigindo um brinquedo ou um pacote de bolachas, se ela cuspir nos outros ou empurrar o irmãozinho escada abaixo num acesso de raiva, se ela der tapas ou pontapés no pai ou na mãe, coisas que as crianças freqüentemente fazem, então os pais, mães e responsáveis passarão a ter a obrigação de resolver o problema sem tocar na criança, porque qualquer sacudidela, tapinha ou puxadinha de orelha constituem “punição corporal” e portanto se enquadram na Lei da Palmada.
Se uma criança não quiser se acalmar nem ouvir a voz da razão, coisas que as crianças freqüentemente fazem e então os pais, mães e responsáveis passarão a não dispor de qualquer alternativa legal para conter de fato as crianças, pois elas aprenderão rapidamente que nenhum comportamento seu, por mais abusivo que seja, será seguido de disciplina e correção.
Sim, algumas crianças atendem a todas as solicitações dos pais, mães ou responsáveis. Sim, algumas crianças são criadas sem palmadas e se tornam adultos bem educados. Isso é exceção.
O pior de tudo é que, sem o estabelecimento de limites na infância, a ebulição de hormônios da adolescência pode facilmente transformar a rebeldia natural desta fase em forte tendência à transgressão de limites tanto no contexto do grupo familiar quanto fora dele, afetando toda a sociedade. E os pais estão sendo proibidos pelo Estado de proteger seus próprios filhos de um desenvolvimento desregrado, sob ameaça de perder definitivamente sua guarda por causa de um simples tapinha no traseiro ou na mão.
Art. 18B – Verificada a hipótese de punição corporal em face de criança ou adolescente, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos, os pais, professores ou responsáveis ficarão sujeitos às medidas previstas no artigo 129, incisos I, III, IV e VI desta lei, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
Vejamos, portanto, o que dize o artigo 129, incisos I, III, IV e VI desta lei (Estatuto da Criança e do Adolescente) e quais são as “outras sanções cabíveis”.
Art. 129. São medidas aplicáveis aos pais ou responsável:
I – encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção à família;
III – encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico;
IV – encaminhamento a cursos ou programas de orientação;
VI – obrigação de encaminhar a criança ou adolescente a tratamento especializado;
Nesse exato momento você pode estar lendo este texto e pensando: - Nossa, logo o Uêndel, um estudante de direito, fazendo apologia as agressões físicas e tratamento desumano contra os filhos.
- Se você pensa que disciplina é agredir, espancar, então você realmente precisa da aplicação da “Lei das Palmadas”, pois não estou falando de agressões ou tratamento desumano, e sim de disciplina, amor e cuidado.
Citei poucos artigos instituídos pela nova lei, há muitos outros e de cunhos significativos. Há muito que se falar e esclarecer sobre o referido dispositivo, como por exemplo:
- Mecanismos de Aplicação; (citado na introdução).
- Fiscalização;
- Efeitos. (etc.)
Qualquer dúvida acerca dos itens citados, poste um comentário perguntando e eu farei o possível para esclarecer. Vou parar por aqui, pela metade, porque se não o texto ficará enorme... Fui!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Luis Fernando Verissimo
Coisas que Levei Anos Para Aprender:
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
Eu não concordo com algumas dessas lições de Veríssimo, contudo para mim, essas quatro frases que citarei abaixo, fazem todo o sentido:
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Luis Fernando Veríssimo
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque que a rotina acomode que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Luis Fernando Veríssimo
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
"REFLEXÃO"
"Não há pessoa mais perigosa, para si mesma e para os outros , do que aquela que julga sem conhecer os fatos."
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